Victoria Consultoria · Material institucional 2026

A gestão que sai do papel.

O sistema de ação da gestão da empresa média.

"O seu ERP e a IA produzem o número. Nós fazemos a decisão virar compromisso cobrado."

Quem somos

A Victoria é o sistema de ação da gestão da empresa média: a parte humana da gestão — prioridade, decisão, consequência e desenvolvimento das lideranças — sobre o número que a tecnologia já produz.

Operamos com a sua empresa o sistema que transforma o que o ERP e a IA já produzem em compromissos cobrados: prioridade com dono, decisão registrada, consequência combinada — para todos, inclusive para o dono. Respondemos pelo número e pela cadência; as decisões e as pessoas continuam suas.

Somos dois sócios com carreira construída em ambientes que exigem número confiável e decisão rápida — Embraer, Credit Suisse, iFood e Grupo Águia Branca —, hoje a serviço de empresas de R$ 70 milhões a R$ 1 bilhão, em agro, alimentos, indústria, varejo, logística e serviços.

O que mudou — e por que isso importa para você

Analisar ficou barato. Hoje qualquer empresa consegue, com boas ferramentas, produzir relatórios, diagnósticos e planos em uma fração do tempo e do custo de alguns anos atrás. Isso é uma boa notícia — e muda a pergunta certa a se fazer.

A pergunta deixou de ser "o que eu deveria fazer?" e passou a ser "por que aquilo que eu já sei que preciso fazer não acontece?"

Antes de propor, perguntamos onde a sua empresa trava. O dono enxerga o problema? Sabe qual é a solução? Consegue executar? As duas primeiras perguntas têm resposta técnica cada vez mais barata. A terceira é humana — prioridade sem dono, combinado sem consequência, habilidade a desenvolver — e é onde a empresa média costuma travar. Quando a trava é recurso ou mercado, dizemos com franqueza que rito não resolve.

Problema técnico, solução técnica. Problema humano, solução humana.

Técnico

Visibilidade, análise e alerta: o ERP e a IA produzem os números; um agente acompanha os compromissos entre um rito e outro.

Humano

Prioridade, combinado, consequência e habilidade: o rito, a cadência e o treino no campo — pessoas que julgam, conduzem e respondem pelo que combinaram.

Para quem esse trabalho foi desenhado

Empresas de R$ 70 a 500 milhões por ano — e grupos de até R$ 1 bilhão com a mesma demanda —, com ERP implantado e estabilizado e um dono acessível. O que define o cliente é menos o porte e mais o momento:

ERP recém-implantado. O sistema está no ar; falta o número virar decisão.
Crescimento que desorganizou. A empresa cresceu mais rápido que a gestão.
Sucessão. A gestão precisa sair da cabeça de uma pessoa.
Banco ou sócio exigindo número. E exigindo que ele chegue todo mês.
Dono sobrecarregado. Tudo passa por ele, e ele quer sair do meio da operação.

Com um dono disposto a ter cadência — e a sustentar a consequência.

Como trabalhamos — o rito

Nosso trabalho se organiza em um ciclo que roda todo mês:

Números prontos

Fechamento gerencial e análises produzidos com apoio de tecnologia e revisados por um sócio. Você recebe o número no prazo, e alguém responde por ele.

Rito executivo

Sócios e diretoria, todo mês: resultado, captura de valor e decisões entre áreas. A pauta chega pronta; a decisão é sua.

Rito tático

Gestores, quinzenal ou mensal: ações com dono e prazo. Conduzido por nós — ou pelo próprio time, quando a liderança já está madura.

Compromisso cobrado

Cada compromisso é registrado, aceito por quem vai cumprir e acompanhado por marcos entre um rito e outro. A decisão pendente de quem está acima é cobrada com o mesmo rigor — inclusive a do dono.

Leitura

O que travou é lido na ordem certa: o sistema é o primeiro suspeito; a pessoa, o último. O que a leitura mostra volta para o rito seguinte.

Como trabalhamos juntos

Uma relação que começa pequena e cresce com o resultado. A camada é escolhida pela maturidade da liderança — e descer de camada, quando a liderança amadurece, é o sucesso do trabalho.

Raio-X

10 dias úteis

Dez dias úteis sobre os números e os artefatos que a sua empresa já tem — o último fechamento, o último plano, as atas: o retrato do número, onde a empresa trava e quanto dinheiro está parado. É o Raio-X que decide a proposta — e, se não houver encaixe, dizemos.

  • O que pedimos: acesso aos dados e conversas com o dono e os gestores.
  • O que você leva: o diagnóstico, seu, para usar como quiser — inclusive com outro fornecedor.

Estruturação

Uma vez

Montamos o sistema: a arquitetura gerencial do número (DRE, caixa e fechamento), os ritos, o Combinado com a regra de escalada e os agentes. Nos primeiros 90 dias do rito, o agente de compromissos acompanha o que foi combinado — e é o comportamento real do time que confirma a camada.

Estruturar · Conduzir · Tracionar

Recorrente
  • Estruturar — para liderança madura: sustentamos o sistema com rito executivo, agentes e auditoria trimestral.
  • Conduzir — para aculturar a liderança à cadência: conduzimos o rito tático e o executivo.
  • Tracionar — para lideranças a desenvolver: tudo de Conduzir, mais o desdobramento do plano por área, apoio às lideranças locais, treino e mentoria. Até 12 meses, com um sócio no campo.

Conselho consultivo

Opcional

Trimestral, sobre o rito executivo, quando a gestão já chegou ao último degrau da escada de maturidade: estratégia, investimento, sucessão.

Como medimos valor

A maioria dos fornecedores mede o que entrega: relatórios enviados, horas trabalhadas, slides apresentados. Nós medimos o que muda na sua empresa.

Valor capturado contra a linha de base

Eficiência, crescimento e otimização, medidos contra uma linha de base assinada no início.

Degrau na escada de maturidade

Gestores que apresentam, decidem e cobram; o dono fora do meio da operação.

% do plano de ação executado no prazo

É o indicador que separa gestão de intenção. Reportado em todo rito.

E para os gestores: prioridade clara, alçada escrita, decisão rápida de quem está acima — e autonomia conquistada quando entregam.

Nosso compromisso: mês em que o rito não rodar por responsabilidade nossa, não é cobrado.

Independentes por princípio

Não vendemos software.
Não recebemos comissão de ninguém.
Não implantamos nem parametrizamos ERP.
Quando o módulo não serve, temos solução própria.

Condições para o trabalho dar certo

Não são critérios de admissão. São o que a experiência mostrou que o trabalho precisa para ser útil — e dizer isso antes vale mais do que descobrir depois.

Acesso ao dado real. Inclusive ao que está bagunçado.
O dono no rito executivo. Ele decide o que for escalado, no prazo combinado.
Disposição de mudar rotina. Não só de receber relatório.
Tempo para a mudança se firmar. O número se move depois do hábito.

Quando alguma dessas condições falta, o certo é dizer na hora que o resultado provavelmente não virá, e por quê. Isso é serviço, não seleção.

Cinco perguntas para fazer a qualquer consultor

Inclusive a nós. São as perguntas que nós mesmos faríamos se estivéssemos do outro lado da mesa.

  1. Quantas reuniões de comitê você conduziu nos últimos doze meses?
  2. Qual percentual dos planos de ação que você desenhou foi de fato executado?
  3. Você opera junto com a minha equipe ou entrega um documento e sai?
  4. Quem responde se o número estiver errado?
  5. O que acontece com o seu preço agora que a inteligência artificial faz a análise?

A última é a mais reveladora. Quem cobra pela análise não tem uma boa resposta. A nossa: nada muda, porque nunca foi pela análise.

Como começamos

Uma conversa de uma hora com o decisor, sem compromisso, para entender o momento da empresa. Se houver encaixe, propomos o Raio-X. Se não houver, dizemos com franqueza — o trabalho é conduzido pelos sócios, e isso só funciona quando a escolha é certa dos dois lados.

Se preferir começar sozinho, há dois caminhos abertos: o autodiagnóstico Onde a sua empresa trava?, com resultado na hora, e o Potencial de Caixa, um simulador que estima, por faixa e com todas as premissas à vista, quanto caixa sete frentes de gestão costumam liberar em doze meses.

Bruno Marinho

Engenharia de Computação (UFES). Vinte anos entre Embraer, Credit Suisse, Grupo Águia Branca, Wine e iFood. Controladoria, pricing, modelo de negócio e estratégia.

bruno.marinho@victoriaconsultoria.com.br
Simone Portela Salles

Mestre em Contabilidade e Finanças, MBA. Controller em grandes corporações como Grupo Águia Branca e Wine. Controladoria, orçamento, eficiência e rentabilidade.

simone.portela@victoriaconsultoria.com.br